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Grande comerciante e político, nasceu em Batalha [PI] a 17/12/1902 e faleceu em Campo Maior em 15/11/1976. Agenor Melo, foi um dos maiores contribuintes de impostos da época; foi nomeado por Francisco Alves Cavalcante como membro do Conselho Consultivo de Campo Maior, a 04 de outubro de 1931, do qual afastou-se por volta de julho de 1932. Foi Vice-Prefeito de Campo Maior [1963-1967]; ocupou a chefia do Executivo na ausência do titular, notadamente, em 1965. Foi vereador em várias legislaturas. Casou-se em primeiras núpcias com Heloísa Ribeiro Melo e em segundas núpcias com Mirtes de Aragão Melo. Pai do médico e político César Melo; do “Agenorzinho”; Maurício, Sílvia, Moreninha, Gilmar e Nina Melo.
Na foto, Agenor Mello recepciona o General Castello Branco.
A visita do General Castello Branco
Em 1960, ano do centenário de nascimento do General Cândido Borges Castello Branco, seu filho Marechal Humberto de Alencar Castello Branco, acompanhado dos irmãos e da esposa Argentina Vianna Castello Branco, estiveram em Campo Maior, ocasião em que recebeu da Câmara Municipal, no dia 30 de junho, o título de Cidadão Honorário da cidade e visitou a residência onde morou seu pai, Cândido Borges Castello Branco e Antonieta Alencar Castello Branco - da família do escritor José de Alencar -, localizada na Praça
Bona Primo.
Foto:Museu do Paulo&Arquivo BitorocaraNews
Escrito por NettodeDeus às 11h13
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Cruzei a primeira vez com o Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco nos idos dos 50, em plena floresta do Calombo, ali entre a região marginal do Rio Surubim e a fazenda São José, de propriedade da família Miranda (me corrige aí, Zémiranda, se for o caso). As tropas federais do Ceará e do Piauí faziam manobras na área. Meu pai se aproxima de uma figurinha baixinha, todo fardado, suando igual uma chaleira fervendo e me diz: "vou lhe apresentar um herói da segunda guerra mundial", cumprimenta-o e me faz cumprimentá-lo e lhe diz que eu sou como o seu pai (que na época em que comecei a dar aula aí em Campo Maior no Got, Cândido Borges Castelo Branco, fiquei sabendo ser pai do Marechal) era nascido na cidade, meu pai era de Batalha. No dia em que o Marechal morreu eu estava trabalhando na farmácia do irmão Turuka quando alguém chegou com a notícia. Turuka não era propriamente um simpatizante da “Redentora”, mas achava, como acho eu hoje, que o marechal tinha sido assassinado porque o pessoal que forçou a entronização do Costa e Silva na presidência, ao contrário do grupo castelista, queria ficar no poder indefinidamente. Daí... Dos cinco generais presidente, eu acho Castelo Branco o menos truculento, disparado. Se era pra fazer média com os conterrâneos admiradores do marechal, tá feita.
Zeferino Alves Neto
Escrito por NettodeDeus às 11h11
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Tudo começou com muito sacrifício e persistência, quando João Sérgio ganhou de presente do seu pai uma sanfona. Contagiado pela musica e incentivado por amigos formou-se o 1º grupo musical: “JOÃO SÉRGIO E SEU CONJUNTO”. Em 1970, com o ingresso de mais dois instrumentistas, chamou-se MPB-5.Com a diversificação do seu repertório de embalos da jovem guarda, baladas, romântica, samba e forró, a banda passou a ser chamada de “OS AMANTES”. João Sérgio não parava por ai, apostou no ramo empresarial, resolveu numa sociedade entre amigos formar outro conjunto na cidade de Teresina, sendo a melhor época de 78, “OS MUSICAIS”. Por último, já depois de várias noites acordado, João Sérgio, incansável, continuava com a sina de alegrar pessoas. Investia em novos equipamentos, transporte e assim, em um novo formato (1984), tornou o maior sucesso a BANDA SPACIAL, sempre embalados no ritmo envolvente e eletrizante do forró. Depois de seu desaparecimento a família de João Sérgio, optou pela continuação de seus negócios, e é justamente, seus filhos com muita união, que estão levando à frente o empreendimento deixado por ele.
Fonte: Site da Banda Spacial
Dá até pra escutar o som que vinha dos lados da Praça Bona Primo quebrando o silêncio das enluaradas noites, nas grandes festas do Campo Maior Clube. O único risco de algum "sereno" era formação de pequenas núvens de espectadores das imediações equilibrados em cima de tamboretes, disputando uma brechinha nos janelões do casarão por onde pudessem ver qual o vestido estava mais "assentado" nos corpos dos “brotos da sociedade daqueles tempos. As "moça véia" também eram visadas (coitadas!). Sábado, festa de primeira com farto material pra língua comer solta até segunda. Mais tudo na santa paz, como diz o meu pai Zé Dideus.

A partir da esquerda: Baixinho, Cicinho, Vicente, Juvenal, João Sérgio, Zequinha e Alcides.

Por volta de 1986 eu havia voltado do Rio de Janeiro a convite do Grupo Claudino para trabalhar como desenhista publicitário na Sucesso Publicidade - House Agency do grupo do Armazém Paraíba - , quando fui procurado pelo João Sérgio, meu grande amigo e que descobriu em mim, quando adolescente e estudante “ginasiano” do Colégio Estadual, um baterista que estava escondido em um guitarrista-base, no distante ano de 1974. Meu antigo maestro, e mestre da sanfona dos carnaubais, dessa vez estava querendo uma logomarca para mais um empreendimento musical que já estava tocando com o "emblema" improvisado. Estava formada a Banda Spacial. Não pensei meia vez de como seria a logomarca.
Escrito por NettodeDeus às 16h17
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“No cemitério de Batalhão os mortos do Jenipapo
Não sofrem chuva nem solo telheiro os protege
Asa imóvel na ruína campeira”.
Carlos Drummond de Andrade
(In Fazendeiro do Ar. Item II. Campo Maior)
Fazendeiro do ar e poesia até agora.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1955. 561 p.
No mês do aniversário de Carlos Drummond de Andrade, um dos maiores poetas brasileiro de todos os tempos; contista, cronista e tradutor, uma leitura da homenagem que ele fez aos mortos na Batalha do Jenipapo, em Campo Maior. Outubro também lembra o aniversário do poeta piauiense H. Dobal - recentemente falecido – que também se declarou à terra dos carnaubais em uma das suas mais belas poesias: “Campo Maior”. É o mês em que se comemora o Dia do Piauí; e com muita modéstia, neste mesmo feriado, este “blogueiro” que vos escreve veio ao mundo através da cidade de Campo Maior. Não poderia esquecer que hoje, dia 1º deste “festeiro” mês, aniversaria, Regina Monteiro de Deus, minha esposa campo-maiorense. Eu e ela representamos a homenagem "Maternidade" no post do Drummond. Parabéns, então, para todos!
Escrito por NettodeDeus às 10h26
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BRASIL, Sul, CURITIBA, João de Deus NETTO, natural de Campo Maior [PI],, Homem, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Informática e Internet, Desenhar e Fazer Saliência
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